Talvez a definição de competitividade mais
aceita pelas organizações atualmente seja idêntica à
de uma Olimpíada: chegar em primeiro. Pois
chegar em primeiro significa vencer, ganhar o ouro.
Os profissionais de Recursos Humanos e os especialistas em
T&D se esmeram na concepção e montagem de estratégias
e programas que objetivam agregar conhecimentos, ensinar novas técnicas,
mudar comportamentos. E os treinandos, em sua
maioria, saem frustrados. Frustrados pela sensação de perda de
tempo aqueles que possuíam boa parte das
competências ensinadas; frustrados pela baixa assimilação
aqueles cujo preparo estava aquém da média. No final das contas
perdeu-se tempo com uns e com outros. E o tempo da empresa. E competitividade.
Você já pensou que estas diferenças de
nível de conhecimento podem ser melhor
gerenciadas em estratégias de treinamento?
Você já pensou que o perfil bem definido, mais
homogêneo, de um grupo de treinandos poderia agilizar os resultados do treinamento e os da empresa?
Você gostaria de poder utilizar uma
metodologia que lhe permitisse tal avanço?